quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Entrevista concedida ao blog refuta ataques de integrantes da oposição santa-luziense direcionados à coordenadora do núcleo do Sinproesemma, ELISSANDRA DURANS

A coordenadora do núcleo do Sinproesemma de Santa Luzia do Paruá, Elissandra Durans, à tempos vem sendo alvo de acusações caluniosas. Em entrevista à Rádio Tropical e ao Blog do Luis Magno, Elissandra respondeu as entrevistas que também serviram como desabafo, traz esclarecimentos e provas documentais que refutam informações a que a entrevistada considera rebater as pseudo-notícias vinculadas nas redes sociais, que estão aquém das verdades, e produzida com intenções políticas. Segue a entrevista concedida ao nosso blog pela professora e coordenadora do núcleo do Sinproesemma, Elissandra Durans:

Blog: Elissandra, é verdade que ultimamente a professora tem sido alvo de acusações que tematizam a respeito dos seus proventos à frente da direção do sindicato? Se sim, o que a coordenadora pensa desta acusações?

Elissandra: Sim as acusações são verídicas. e é por isso que agradeço este espaço nas redes sociais a fim deixar alguns  esclarecimentos sobre  tais acusações proferidas a mim e que foram veiculadas em alguns blogs mentirosos, em algumas mídias mentirosas, perfis de face books que combinadamente reagem certamente com intuito de ferir minha índole.

- Estas acusações partiram de forma abusiva totalmente pervertida, por um indivíduo, que não respeita ninguém... tem um único objetivo que é me atingir, certamente pra satisfazer os interesses de um grupo político. Por ser coordenadora do sinproesemma então, ficou fácil eles pegarem e tentarem uma situação pra me acusar e com isso tentar denegrir minha imagem.

Mas, vamos aos fatos:  há duas semanas atrás   o Sr. Valdenor o qual é servidor público,  fez uma postagem na sua página do facebook, onde diz o seguinte: Elissandra Durans (líder do Sinproesemma  de SLP), foi pega recebendo recurso público de forma ilegal. ao vê esta publicação fiquei imaginando em qual situação cometi tamanho absurdo ou melhor crime , porque isso é crime...  Eu fui chamada de bandida! quem rouba é ladrão,  bandido, o que queiram chamar... nesta publicação fica claro a afirmação de que fui flagrada recebendo recurso público  de forma ilegal. Diante disso meu advogado deu entrada na delegacia com a representação e pedido de explicações em face de crime contra a honra... porque, quem se cala consente.  Então, mediante as explicações do Sr. Valdenor, decidirei se darei entrada numa queixa crime ou não. Se ele provar que estou recebendo algo de forma ilegal  eu me calo. outra, entrei não só contra o servidor público Valdenor, mas, também contra as pessoas que compartilharam e comentaram. é necessário que a população saiba que, quem compartilha ofensas em rede social gera dano moral passível de indenização...  A pessoa que compartilha, curte e comenta de forma ofensiva em rede social mensagem inverídica (inverídica, porque tenho certeza de minha inocência) ficam a mercê de responder a um processo. como é que eu vejo uma publicação principalmente deste tipo e, vou compartilhar? Ou fazer comentários que ferem a honra de alguém se não sei se isso realmente é verdade?  É a famosa música entrei de gaiato no navio... 

Blog: Então a acusação de “flagrante” contra a sua pessoa teria pairado apenas numa publicação aleatória sem nenhuma comprovação documental, é isso?

Elissandra: Sim! Não tenho a mínima ideia a que ele está se referindo. Vou saber no dia da audiência onde a mesma ainda não tem data marcada, mas, acredito que será logo. Acusar sem provas, apenas para satisfazer o desejo de sujar a imagem idônea de alguém muita covardia! Eu quero a justiça neste caso!

Então fica aqui o meu alerta às pessoas, que quem comenta em cima de publicação mentirosa sem ter a certeza de sua veracidade, quem fez isso no meu caso já vai ser acionado pela justiça... você que nunca foi a uma delegacia você vai! Porque compartilhou, já fica um alerta para as outras pessoas, olha nunca compartilhe e nunca comente nada ou curta em redeP sociais se você não tiver certeza da fonte... Se a fonte não for verdadeira, porque por exemplo: esse cara que publicou, existe alguns maus caráter que talvez vão pagar um advogado pra ele, pra fazer a defesa dele, mas, e os outros que compartilharam, comentaram? Porque estas pessoas vão ser acionadas, vão na delegacia pra provar o que estavam acusando contra mim porque eu acionei todos. Então fica aqui o meu alerta, para as pessoas não fazerem este tipo de coisa, porque eventualmente como aconteceu no meu caso você vai ser chamado à justiça, porque você não pode acusar ninguém sem ter provas. Fica o alerta.

Blog: Elissandra, o que a coordenadora tem a nos revelar quanto aos pedidos de explicação feita pelo presidente do conselho do Fundeb com relação a uma gratificação que segundo o mesmo dizia haver irregularidades quanto a uma gratificação em seu salário?

Elissandra: Nos últimos dias o que mais se tem falado é que a professora Elissandra recebe equivalente a r$ 10.000,00 mensal. As pessoas muitas vezes falam daquilo que não sabem o que importa mesmo é a fofoca. Pois bem, fui comunicada verbalmente por um conselheiro do fundeb que em uma reunião do conselho do Fundeb a minha gratificação das séries iniciais teria sido questionada, haja vista que estou de licença classista e com isso ele o presidente do Fundeb entende que eu não poderia está recebendo. Tudo bem, de posse desta informação pedir pra que a secretária eulália fizesse um memorando direcionado a secretária do RH, a Sra Vanessa, pra que a mesma solicitasse da assessoria jurídica da prefeitura a revisão dos meus vencimentos e ela fez, e, além disso pediu a retirada da gratificação. Pois bem, a assessoria jurídica da prefeitura baseada em leis me deu ganho de causa.

Então não só voltou a gratificação como tiveram que fazer a restituição do que foi retirado.

E aí? Estou roubando? Eu sou professora, estou de licença classista, fica na mente de algumas pessoas que estou ganhando sem trabalhar, a lei  garante que eu esteja em defesa dos meus companheiros,  e pela necessidade da categoria por isso não estou em sala de aula e, que eu não seja penalizada de forma alguma com subtrações na minha remuneração.

 Eu só não ganho hoje a mesma coisa que ganhava antes no governo anterior porque, o prefeito plácido concedeu o reajuste de 7,64% este ano.

Blog: E quanto aos vencimentos brutos em seu contra-cheque quais esclarecimentos podem ser dados para explicar esta acusação de um super salário de R$ 10 mil?

Elissandra: É certo que nesta vida sempre vamos encontrar pessoas que não sentirão inveja dos nossos sacrifícios, renúncias, sofrimentos..., mas, certamente terão inveja das nossas colheitas e do nosso sucesso.  Querem sempre nossas medalhas, mas ninguém quer nossas cicatrizes.

Na verdade, não é o valor do meu contracheque, mas, dos meus contracheques que incomoda uns aí... pois, tenho duas matrículas no município. Que conseguir através de muito sacrifício. Estudei, me qualifiquei, ao invés de ficar desejando as coisas dos outros batalhei atrás dos meus sonhos. a soma dos meus dois contracheques não é nenhum valor exorbitante ou um super-salário como cita algumas pessoas... não chega aos sonhados r$ 10.000,00... na verdade não era nem pra eu está expondo o que ganho, mas, sou servidora pública, não tenho porque esconder os valores que recebo. Os valores somados chegam a pouco mais de r$ 5 mil. (foto dos contracheques a baixo em anexo nesta postagem).

Blog: Além da coordenadora Elisandra, existem outros professores associados ao núcleo do Sinproesemma acusados pelo presidente do conselho do Fundeb?

Elissandra: Sim, o que um grupo fez: propagou nas redes sociais que teria uma lista de pessoas que recebem super salários, mediante isso tentaram colocar na mente das pessoas que todos que foram citados no oficio enviado à secretaria de educação recebem valores que não era pra receber inclusive eu. Se você lê o oficio vai ver que cada caso é um caso. Queria argumentar aqui algumas situações, das quais cita o oficio: o caso das secretárias de educação a Eulália e a Sra. Alaci: Ele, o presidente alega que as mesmas não poderiam está na folha dos 60% do Fundeb, pois bem, a lei 04 de 17/01/1989 (regime jurídico dos funcionários públicos do município de Santa Luzia do Paruá) no seu artigo 74 diz que o funcionário que vier a ser nomeado para o exercício de cargo em comissão, poderá optar pelo vencimento de seu cargo efetivo. E aí? o meu caso, a lei diz que não posso sofrer penalidades na minha remuneração devido a licença classista... O que fica claro que o senhor presidente não sabe distinguir o que é vencimento de remuneração.  O seu discurso, no entanto, se torna fragilizado... Vejo a sua ação no entanto arbitrária, citar nomes de servidores públicos da forma que está sendo feito... Sem antes ter um parecer jurídico, algo consistente que realmente prove que estes servidores estejam em situação ilegal, porque  ficou claro que seu entendimento é frágil sem muito embasamento legal... Porque a situação que citei das secretárias é muito simples... Quem acusa, tem que está muito bem preparado e totalmente alicerçado com as citações legais... Senão vai parecer que o nobre companheiro não passa de “um papagaio de pirata” e se comprovado  práticas contra disposição expressa de lei enquanto presidente do Fundeb... Ele poderá até responder por crime de prevaricação.

Outra, pedimos há poucos dias a folha de pagamento referente ao mês de agosto de 2017, até o momento não fomos atendidos, mas, acredito que em poucos dias teremos acesso a esta folha.  Vamos analisar e, ai sim o Sinproesemma se posicionará. Não podemos falar daquilo que não conhecemos ou que não temos certeza.

Enquanto sindicato o que tenho a dizer que nós não compactuamos com nenhuma irregularidade seja na administração a ou b.

Foi feita agora segundo o presidente do Fundeb, uma denúncia ao ministério público de possíveis irregularidades... e digo que a coordenação do Sinproesemma é a maior interessada em saber se há irregularidades. Nós não podemos acusar ninguém sem ter a devida certeza que se trata realmente de irregularidades...  Nós queremos que saia de imediato um parecer do MP, até porque meu nome está lá.
  
Hoje, algumas pessoas usam o meio de comunicação pra fazer acusações... dizer que fulano, beltrano... Poderão ser condenados a devolver dinheiro ao Fundeb... Digo uma coisa... Talvez... O que mais  acusa, poderá ser o condenado a devolver recursos ao Fundeb. e aí? O que é que o pirata vai dizer aos seus papagaios?

Quero aqui reafirmar o lado que o Sinproesemma defende...  Sempre será o lado da categoria...  E, quem acompanha o sindicato da educação de perto sabe disso...Reclamamos quando é necessário ser recamado e questionamos aquilo que está passível de ser questionado.

Diferente de uns aí que ía a rádio defender os desmandos da administração anterior... (chamar a categoria de desocupada) ía para a câmara protestar contra seus próprios direitos... com cartazes, faixas... Contra a classe e, hoje querem pousar de defensores!  Achei até interessante no dia 28 de abril 2017 eles estarem em praça pública protestando em desfavor do governo federal, contra a reforma trabalhista... Se em 2014 estavam protestando contra os direitos dos trabalhadores (professores)  em favor da destruição do nosso plano de cargos e carreiras.

A luta do Sinproesemma nunca foi e nunca será contra a classe trabalhista.

Blog: Elissandra, em nome de todos os membros de nossa página e todos os nossos leitores agradecemos por esta entrevista. Fique à vontade para fazer suas considerações finais. 
  
Elissandra: Não poderia deixar também de parabenizar toda equipe da secretaria de educação nas pessoas da professora Eulália e a professora Alacy. É público e notório que a educação tomou outro rumo... com o trabalho brilhante que está sendo realizado.  Parabenizo também todos que fazem parte deste processo os vigias, merendeiras, Aosd’s, gestores e professores o trabalho de todos é de suma importância para o avanço da qualidade da educação.

Agradeço a Deus por sempre está comigo... a minha família e amigos que tem me apoiado. 

Seguem documentos relacionados a transparência do caso relacionado ao caso de Elissandra: